quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ana e o mar

Onde já se viu o mar apaixonado por uma menina?
Quem já conseguiu dominar o amor?
Por que é que o mar não se apaixona por uma lagoa?
Porque a gente nunca sabe de quem vai gostar
                                    ( O teatro Mágico )

quarta-feira, 18 de maio de 2011

por que não eu ?

Quando ela cai no sofá
So far away
Vinho à beça na cabeça
Eu que sei..
Quando ela insiste em beijar
Seu travesseiro
Eu me viro do avesso
Eu vou dizer aquelas coisas
Mas na hora esqueço...
Por que não eu?
Ah! Ah!
Por que não eu?
Eu encomendo um jantar
Só prá nós dois
Se não tem nada prá depois
Por que não eu?
Você tá nessa, rejeitada
Caçando paixão
Eu com a cara mais lavada
Digo:
Por que não?
( Leoni) 
Que poesia,adoro essa música (:

O que não se pode explicar aos normais...

Sobre o amor e o desamor, sobre a paixão
Sobre ficar, sobre desejar, como saber te amar?
Sobre querer, sobre entender, sem esquecer
Sobre a verdade e a ilusão
Quem afinal é você?
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer?
Um coração nesse furacão, ilhado onde estiver.
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais.
Sobre o porquê de tantos porquês,
E responder
Entre a razão e a emoção eu escolhi você!
Quem de nós vai mostrar realmente o que quer?
Um coração nesse furacão, ilhado onde estiver.
O meu querer é complicado demais,
Quero o que não se pode explicar aos normais.
Sobre o porquê de tantos porquês,
E responder
Entre a razão e a emoção eu escolhi você!
(Banda catedral ) 

 liiiiiinda essa musica! 

A hora de partir..


Mais uma vez tudo aconteceu do jeito que me fascina,sua presença era constante, embora soubesse a hora certa de ir, e deixar aquela saudade, aquele aperto de quem vai e sabe como voltar. Você sabia me faze soltar aquele riso meio bobo, meio sério, com medo de estragar o momento e me tornar ridícula. As horas ao teu lado me fazia acreditar em filmes que tem finais felizes.Engraçado eu ate acho que aconteceu como um filme,que eu sei que teve fim e ainda assim imagino outros finais...sabe quando um filme termina do jeito que não queremos, e a gente torce pelos moçinhos? Então.
Quando te abraçava podia sentir milhares de sensações; O calor que sua pele transmitia aquecia ate meu coração.Seus olhos podiam me dizer muito mais que seus lábios; sua boca só mostrava o que eu já sabia através dos beijos e ao teu lado eu queria ficar pelo resto dos meus dias.Pelo menos pensando assim, eu encontrava a saída ate pra alguns problemas.
Embora não parecia ou quem sabe até estivesse na cara...( ou quem sabe era isso : só algumas pessoas notasse) não sei..Eu sei que não queria outra situação, não naquele momento. Eu sabia que um dia eu ia mudar,iria ter outras prioridades. E quem sabe pra você não foi nada..?Ainda importa o que eu sentir,ainda penso desse jeito. Esperei muito,criei muito..pra receber pouco.
Então,começou a ficar insuficiente.As tentativas já nem me fazia bem. _ Já não dava pra suportar_Não sei a culpa não foi minha.Infelizmente..te assustei?Não. Nem tente ...Falei somente o que já não suportava,fiz somente o que não conseguir evitar desde o começo e me afastei somente por não ter forças de de olhar,fingindo um '' normalmente'' aceitando encontros casuais e pior te olhar e ter a certeza que não passava de um amor unilateral.

(Iris Dias)

esse texto, eu fiz pensando numa pessoa que talvez nem saiba o valor que teve na minha vida.
;**

terça-feira, 17 de maio de 2011

Cleytinho..


Cleitinho,cleitinho..como agradecer pelos momentos de risos,que tive ao teu lado e que so de lembrar me vem uma vontade de rir..rs
se bem que isso não é difícil pra mim..
Então..aqueles momentos de alegria e de sufoco as vezes, você me chamando de delícia,de peituda, de.. enfim -.- rs Dividindo o dia-a dia, tentando entender o outro, demosntrando o tempo inteiro carinho pelo outro, fazendo do outro abrigo. Lendo teu depoimento um dia desses no orkut :''realmente voce foi um trevo que me apareceu esse ano '' (2008) faço das tuas palavras as minhas (:
E que ano maravilhoooso..onde conheci pessoas especias que ate hoje,fazem parte de mim, e so de lembrar que as vezes eu quero poder um abraço em cada um, e existe milhares de quilômetros :( dooooí, mais alivia saber que não importa onde vamos,nem porque vamos, e sim que quem fica, onde fica. NÃO IMPORTA! (L

Carol e Daise

..Meus amigos são todos assim:metade bobeira,metade seriedade.Não quero risos previsíveis,nem choros piedosos.Quero amigos sérios,daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem,mas lutam para que a fantasia não desapareça.Não quero amigos adultos,nem chatos.Quero-os metade infância e outra metade velhice.Crianças para que não esqueçam o valor do vento no rosto,e velhos,para que nunca tenham pressa...."

(Fernando Pessoa)




Coisa morna não faz nem chá...

Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos
Um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo!
Viver.. tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles: Sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoraçao ou seu desprezo.
O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua bibliografia
. ( Martha Medeiros)


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Ainda acredito..

Eu acredito em declarações feitas em guardanapos de papel, eu acredito na urgência em dizer o que deve ser dito, eu acredito em perda, eu acredito em tempo, eu acredito em algumas pessoas, eu acredito quando olho nos olhos, eu acredito em amor à primeira-vista, eu acredito em respeito, eu acredito em dor, eu acredito em tudo com que se pode aprender, eu acredito que existem coisas que a gente nunca aprende, eu acredito em tudo que é verdade e força, eu acredito de verdade quando eu acredito, eu acredito muito, eu acredito em pores-de-sol alaranjados, eu acredito em abraços, eu acredito em cerveja, eu acredito em suor, eu acredito em dinheiro, eu acredito em sonho, em dom, em voz, em língua, em lágrima, em surto, eu acredito em tudo, ou quase tudo